domingo, 1 de agosto de 2010

Jacob Black


A pequena parte de meu cérebro que manteve a sanidade gritava perguntas para mim.
Por que eu não estava impedindo aquilo? Pior ainda, por que eu não conseguia encontrar em mim o desejo de parar? Significava que eu não queria que ele parasse? Que minhas mãos se agarraram aos ombros dele e gostaram que fossem largos e fortes? Que as mãos dele me puxassem apertado demais em seu corpo, e no entanto não fosse apertado o bastante para mim?
As perguntas eram idiotas, por que eu sabia a resposta: eu estava mentindo para mim mesma.
Jacob tinha razão. Teve razão o tempo todo. Ele era mais do que apenas meu amigo. Por isso era tão impossível me despedir dele - porque eu estava apaixonada por ele..
Eclipse, - pag: 377

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